30 de jun. de 2009

Introdução à Teoria Zodiacal


Inicialmente não acreditava em signos do Zodíaco, depois passei a crer neles porque diversas coincidências ocorreram. Cheguei à conclusão de que há uma lei natural que rege o padrão destas coincidências, lei que não é explicada com perfeição nem pela própria Astrologia. Na verdade acredito que muita coisa ainda deve ser estudada e descoberta em relação a este assunto, e que por isso que a Astrologia é tão mal vista pelas ciências convencionais.


Ocorre que seus conhecimentos são muito antigos, poetizados e derivados uns dos outros, um emaranhado de confusões. Pessoalmente, estou tentando desfazer este emaranhado: procuro, em alguns momentos de meu tempo livre, estudar os signos e seus padrões, assim como criar hipóteses que expliquem de modo sensato estes padrões. No final das contas, vou formular um teste que poderá avaliar características próprias de cada signo individualmente, mas acredito que para isso, ainda precisarei de muita pesquisa ainda. De qualquer forma, já aprendi grande quantia de conhecimentos resultantes deste estudo, conhecimentos que procuro utilizar em minha própria vida, tentando melhorá-la.


Como toda pesquisa, há uma série de "armadilhas" em que me encontro frequentemente: perguntas sem respostas, enigmas sem soluções, charadas incompreensíveis. Estou fazendo de meus estudos um hobby, e provavelmente se tornem algo concreto realmente...


Talvez seja eu que revolucione a Astrologia! Por que não? Tudo bem, isso pode ser um pouco "sonho" de mais. Independente disso, ainda sim é um estudo, estudo pessoal que nomearei de "Teoria Zodiacal".


Uma coisa está plenamente clara: os signos determinam "estruturas mentais predeterminadas" ao ser humano, ou seja, indica tendências e suas maiores probabilidades de desenvolverem determinadas habilidades e características. Assim como está claro de que o signo não determina se a pessoas é legal, chata, irritante, alegre, triste, inteligente, burra, boa, má, esperta, lerda, bonita, feia, simpática, desagradável, etc. Cada signo terá um jeito próprio de ser agradável e bondoso, assim como poderá ser desagradável e maligno. Mas então do que me adianta saber o signo de alguém?


Adianta que se o signo for interpretado corretamente, ele demonstrará como funciona o padrão de pensamento daquela pessoas. Todos nós sabemos, por senso comum, que cada um pensa diferente do outro, naturalmente. Mas, será que compreendemos realmente o que isso de fato significa? Geralmente nos pegamos falando "não sei como o fulano pode ter feito uma coisa dessas!" e de fato realmente não sabemos o porquê, já que somos indivíduos diferentes e possivelmente de signos diferentes. Sem contar, é claro, com as características psicológicas que individualizam o indivíduo mais ainda.


Há sim padrões de pensamentos semelhantes entre si, padrões determinados pelos signos. Poderia me estender por um longo período, explicando tudo o que poderia dizer sobre este assunto, mas talvez seja melhor deixar para outro texto. Acabo apenas afirmando que há uma lei natural que ninguém, nem mesmo os astrólogos, conseguiu decifrar em torno dos signos e que esta lei é realmente verdadeira e nos influencia em nossas atitudes e pensamentos.


Brevemente postarei mais informações sobre minhas observações pessoais, meus estudos e informações que poderão vir a ser úteis a um melhor entendimento do próximo, desde que bem interpretadas e utilizadas com sabedoria.


Obrigando e até a próxima!

27 de jun. de 2009

Instinto Selvagem 2


Pois é, acho que alguns comentários de minha parte sobre um filme não vai nada mal. Vou comentar sobre o filme que acabei de ver na TV (Globo), "Instinto Selvagem 2".


Ele se trata de uma mulher misteriosa e sedutora, de comportamento singular, atraída pelo perigo e ao mesmo tempo perigosa, provocante. Ela é suspeita de assassinato e passa, por vontade própria, a ter sessões com um psicanalista, o qual começa a apaixonar-se e a ser ludibriado por ela. O analista logo passa a ficar um tanto psicótico com essa mulher, estando em dúvida em o que acreditar: se ela é ou não a autora de uma série de crimes.


O final do filme deixa os telespectadores mais confusos ainda sobre o que de fato ocorreu, não explicando (assim como em "Instinto Selvagem 1") exatamente quem matou as vítimas assassinadas, embora explique que os homicídios foram sim obra dela, indireta ou diretamente. O que mais me interessou no filme foi a capacidade intelectual da personagem principal, que teve extrema inteligência em executar seu plano maligno e a enganar todos com perfeição, enganando principalmente o seu psicanalista, o qual depois foi preso e internado em um hospício. Como é incrível a capacidade mental do ser humano, basta ele querer usá-la.


Como ela era, digamos, uma "psicopata", seu objetivos e desejos envolviam se divertir com as situações que criava, envolvendo sexo e a série de mortes. Para ela isso era ótimo, e como e seu desejo era realmente forte e verdadeiro, conseguia ativar muito bem sua inteligência, a ponto de se safar de todas as acusações. O mais interessante era que ela utilizava suas histórias reais para a criação de romances; sua profissão era ser escritora. Quando o filme está acabando, ela vai até o psicanalista, agora internado, e lhe entrega uma cópia do seu livro que acabara de escrever, "O Analista", contando toda a história que os dois passaram juntos.


Por outro lado o psicanalista foi muito burro. Caiu que nem um patinho nas armações dela, tudo porque ele sentia-se atraído sexualmente por ela. Realmente, que inutilidade estudar psicologia psicanalítica se não consegue nem aplicá-la em si mesmo. Do que adiantou anos estudando na faculdade se depois fosse destruir sua própria vida por meros impulsos sexuais? Ele foi um pateta completo, tanto que ficou literalmente arrasado no final. Sendo um psicanalista, deveria ser alguém mais bem preparado para reagir melhor a uma situação assim. Tudo bem que um psicanalista é uma pessoa normal como qualquer um, mas alguém com os conhecimentos de um psicanalista não cometeria tantos erros, de outro modo, do que serviria tanto conhecimento???


O primeiro pensamento que tenho é "bem feito! ninguém mandou ser tão bocoió!". Mas este é apenas um pensamento impulsivo, é claro. Diria que fiquei com pena das vítimas inocentes e que ela era extremamente inteligente, embora utilizasse tal habilidade para seus fins psicopatológicos, sabendo entrar na "fresta" oferecida pela mente do psicanalista que mantinha diversos conflitos emocionais consigo mesmo.


Mesmo para um filme "quase" suspense como esse (porque não o era), é uma pena que o mal tenha vencido, mas ainda bem que foi um mal bonito, sensual, inteligente e que escreve livros! (brincadeirinha - he, he)

25 de jun. de 2009

Notas do Primeiro Trimestre

Foi nesta quarta-feira que o meu colégio entregou os boletins do primeiro trimestre. Em relação a mim, graças a Deus não tirei nenhuma nota vermelha. Infelizmente, não posso dizer o mesmo para a maioria da turma.

Tal fato se dá pela troca de costumes: alunos do ensino fundamental mudam-se para uma nova escola (todos os meu colegas, assim como eu - e com exceção de um repetente - são novos na escola) de ensino médio. Como se não bastasse a mudança de ambiente, há a mudança de ensino, onde nos encontramos com uma série de disciplinas a mais e com menores períodos/tempos dispostos a ela (naturalmente, pois o tempo de estudo é praticamente o mesmo que o Ensino Fundamental), sem contar a quantidade novos de professores.

Estas são as principais justificativas para a baixa generalizada de pontuação dos alunos. Eu não fiquei em recuperação, mas em umas três matérias tirei uma nota nada alta. Pessoalmente, acredito que esses fatos devem ter pequena influência sobre os indivíduos, de modo que, a causa real desta queda de notas, são na verdade a falta de preparação ou organização dada pelos alunos. Digo também que o conteúdo da matéria não está tão difícil quanto eu esperava que fosse e que o problema de verdade não é o modo como este conteúdo nos é passado, e sim como nos interagimos com ele. Por temos mais assuntos diferentes para serem estudados, temos, teoricamente, menos tempo para darmos atenção a eles (porém tempo suficiente).

Espero que o resto da turma também tenha percebido isso e que, agora no segundo trimestre, dêem o melhor de si, porque é uma lástima ver um colega repetir o ano e atrasar literalmente doze meses em sua vida.

24 de jun. de 2009

Escritos...


Escrever é uma forma de arte que utiliza a linguagem de forma equivocada, pois exterioriza suas emoções, ideias, pensamentos... Através da Arte de Escrever, podemos nos expressar a mostrar ao mundo quem somos. É claro que podemos fazer isso de diversas maneiras, utilizando outros meios como imagens, conversas faladas, expressões corporais, etc. Mas aquele que escreve sabe do que estou falando, sabe de qual emoção estou tentando me referir. Aquela emoção de poder vir a produzir alguma diferença positiva no mundo.

Mesmo sendo muito bom escrever, pessoalmente procuro equilibrar a distribuição do meu tempo em atividades diversas além da escrita. Há períodos que escrevo mais, outros menos. Há períodos que estou me renovando ou que estou crescendo. Os estados da mente mudam constantemente.

A mudança destes estados deve ser algo proveitoso e vantajoso para o ser humano, levando-o a aceitar novas possibilidades, caminhos e opiniões diferentes. Apenas sofre aquele que não sabe disso e considera a vida um mero amontoado de problemas. A vida não é isso, ela é aprendizado! Há algo melhor do que conhecer um mundo novo repleto de vida?

Estava navegando por uns blogs de umas amigas minhas e, graças à escrita, é possível que elas compartilhem o que estam sentindo e pensando de forma mais original e pura possível. Como as pessoas são diferentes! Cada um consegue deduzir diversas hipóteses sobre um mesmo assunto, sem que, muitas vezes, impeçam que hajam novas opiniões ou que desconsiderem a sua. Isso é fantástico em termos de comunicação.

Como é bom saber que existem mais pessoas humanitárias no mundo, pessoas sensatas e inteligentes, e saber que estas pessoas te conhecem e te ligam em laços de amizade.